Aos cépticos desta praça
lhes pergunto, sem desgraça:
Ouviram o senhor Almirante?
Com classe e nada pedante?.
Esclarecidos, ficaram?
Decerto não duvidaram.
Passemos então, adiante:
É o préstimo das Forças Armadas.
Quantas, as mentes equivocadas?
Sou da Beira; ex-militar; India,Moçambique e Guiné. Na velhice o vicio da poesia, e o amor que me une às boas tradições beirãs.
Aos cépticos desta praça
lhes pergunto, sem desgraça:
Ouviram o senhor Almirante?
Com classe e nada pedante?.
Esclarecidos, ficaram?
Decerto não duvidaram.
Passemos então, adiante:
É o préstimo das Forças Armadas.
Quantas, as mentes equivocadas?
Nós, sempre fomos avessos
a todo o tipo de progressos.
Principalmente, aceitar figuras
que nos impingem com frequência.
É, um perder de paciência!
Então, há certas criaturas ...
Sejam elas, Cristinas ou Toys,
nunca serão, "meus heróis"!
A vossa grande esperteza
é só, a de criar mais riqueza,
à custa de multas e imposto.
À velocidade de cincoenta,
que automobilista aguenta
sem ficar, mal-disposto?!
A bem da comunidade?
Olhem só, a novidade?! ...
É apenas hipotético
mas seria muito piadético,
concerto que se idealize
com o título em destaque.
Maestro a rigor, de fraque
e os músicos sem deslize.
Solista, o do trombone.
A ele, boa atenção se tome,
porque quando meter a boca
nesse enorme instrumento,
estalará o tal momento
da confusão, mais louca!
Porque, nos acordes finais,
virão a lume,
todos os nossos ais
e sem apelo, o queixume.
Meter a boca no trombone,
tal boa ousadia, se tome! ...
Ser velho, criança de novo,
segundo conceito do povo.
Uma ilusão benfazeja.
Não passa disso, apenas.
Mas deixa as mentes serenas
pelo bem que se deseja:
Uma atenção, um carinho,
ao menino, já velhinho.