Entre esse tal "Triângulo"
E o "Grande Irmão "
Venha alguém, não sonâmbulo
A explicar, qual a razão,
Da sua inútil existência
Que nos faz perder a paciência.
Sou da Beira; ex-militar; India,Moçambique e Guiné. Na velhice o vicio da poesia, e o amor que me une às boas tradições beirãs.
Entre esse tal "Triângulo"
E o "Grande Irmão "
Venha alguém, não sonâmbulo
A explicar, qual a razão,
Da sua inútil existência
Que nos faz perder a paciência.
Por falta de investimento
Há escassez de habitação
Por igual incumprimento,
As Forças Armadas, mal estão.
E melhoras?
Apenas, demoras...
A vida sem Poesia
Será sempre, vida vazia.
Desinvestimento na Defesa,
Compromete, a tropa portuguesa.
Tem a cabeça a prémio,
Putin, um criminoso de guerra.
Melhor, outro critério:
O de acabar com a "fera".
Morto o bicho, acaba a peçonha.
Com isso, todo o Mundo sonha.
Conceição Queiroz
Tem um visual atroz.
E não lhe fica atrás,
Na SIC, um tal rapaz.
Se a Televisão vive da visão
Qual será a estúpida razão...
Saber as Forças Armadas,
Assim tão degradadas,
Desgosta quem foi militar.
Alvo de políticas "foleiras",
Governantes, negam às fileiras,
O que o Estado lhes deve dar.
Atingido, alto grau de bandalheira,
Estão a desonrar a nossa Bandeira.
O Governo reconhece a pobreza.
Diz querer a sua redução
Mas da palavra, á intenção,
Não vemos, plano de acção.
Não temos um bom País
Onde se respire ar feliz.
Existe uma estensa teia
Mal tecida e tenebrosa
Com cheiro de murcha rosa.
Nunca supus tal ideia.
E não vislumbro um jeito
De ver mudado tal efeito.