Quem casa quer casa.
Não havendo que casamento?
Sou da Beira; ex-militar; India,Moçambique e Guiné. Na velhice o vicio da poesia, e o amor que me une às boas tradições beirãs.
Arrecador de impostos
Um Governo tributário
Deixa-nos a nós maldispostos
Com o viver tão precário.
Hospitais correm o risco
De ficar sem urgências.
Pelo mal a que assisto
Vos condeno, excelências.
A falta de habitação
Desespera toda a Nação
E o Governo em passividade
Deixa "correr o marfim"?
Isto pode ter um mau fim...
É grito da sociedade!
Professores longe de casa
Sem casa os universitários
O mal, esse extravasa
Em níveis muito precários.
Acabar o serviço obrigatório
E admitir estrangeirada
Será criar o irrisório
Num panorama de macacada.
Sem forma de poder pagar
Quantos deixam de estudar?
E queixam-se da ditadura
Essas ilustres figuras
Cujas inteligências obscuras
Fazem lembrar a ferradura...
Com tantos javalis e veados
Como podem ser salvaguardados
Os interesses dos proprietários
Das suas pequenas riquezas
Que lhes encobrem pobrezas
E são de benefícios vários?
Que raio de ministério
Não ver com olhar sério
Este problema presente?
Já o disse e reafirmo
É um constante desatino
O designado, do Ambiente.
Para mim, dos que mais mente.
O digo e repito,
No que toca, ao Alvito!