Sou da Beira; ex-militar; India,Moçambique e Guiné. Na velhice o vicio da poesia, e o amor que me une às boas tradições beirãs.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019
OUTROS TEMPOS
Com o que a terra nos dá,
De fome, ninguém morrerá.
Basta semear e depois colher.
Era, um preceito dos antigos,
Carentes, por vários motivos,
Com pouco para sobreviver.
E as proles, eram numerosas,
Criadas com preces, chorosas.
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