segunda-feira, 24 de abril de 2017

CONTAS DO MEU ROSÁRIO

Deixar de ser como sou
Por favor ninguém o peça
Nem por muito me dou
O jurei numa promessa.

A certo coelho mariola
Que me cortou a pensão
Usando da mesma bitola
Corto-lhe o pelo, pois não?!

Tive um amor traído
Mas perdoei a traição
Apesar de ter sentido
Bem triste o coração.

Escrevo
por prazer.
Sinto enlevo
podeis crer!

Nunca digas ser tarde
Para fazer seja o que for
Também não faças alarde
Se for grande o teu valor

A morte tudo redime
Até aos maus se perdoa
Mas na viva quem oprime
Não será grande pessoa

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