segunda-feira, 30 de novembro de 2020

A FRASE

 Por vezes o optimismo exagerado

Pode originar um mau resultado.

VERGONHA CONFIRMADA

 Largamente contestado

Mas muito badalado

O Congresso lá se fez.

Fica nos anais da História

Com registo de má memória,

Caso típico Português.

VAI OU RACHA

 Não vai a bem, vá a mal.

Mas nunca em passividade.

O que se passa em Portugal

Parece uma anormalidade.


Diz-se agora, desdiz-se depois,

Era para ser, já não é.

Chamar pelo nome, os bois,

É o que deseja, o "Zé"!


A mesma vítima de sempre

Que "come pela tabela"

As asneiras da má gente,

Na gíria, dita "fatela"!

QUEM PODERÁ SER?

 Tantos a morrer com Covid.

A vida não vale "pevide"?

A continuar desta forma

Trágica sem solução?

Faz-no pensar na questão:

Quem ordenará a reforma?


Ou continuamos assim

neste inferno sem fim?

À DEFESA

 Atingidos com surpresa

Hoje vivemos na certeza

De que o "bicho" causa mossa.

Jogar bem à defesa

Será o melhor, com certeza.

A responsabilidade é nossa.

MAL DO PASSADO

Ao acordar faço a oração.

Depois em meditação

Relembro todo um passado.

O presente, neste estado,

Deixa um tanto a desejar.

Mas creio, irei melhorar.

Voltarei de novo aos meus,

Dando muitas graças a Deus.


Assim seja

e bem se veja.


O que veio a acontecer

e hoje estou a descrever.


domingo, 29 de novembro de 2020

COPIANÇO

 À cabeça de "esfregona"

a Sic já deu resposta.

Se na TVI há a dona, 

ela, num homem aposta.


Ambos com penteados

originais, exagerados.

Como moda

a pedir "poda"!

QUADRAS SOLTAS

 Um mundo maravilhoso

conspurcado pelo Homem?

Vos digo com modo jocoso,

muito mais juízo tomem.

CENAS DE EMBALAR

 Uma situação do momento

muito usual nas excelências:

"Exigimos esclarecimento"!

Sejam quais forem as exigências,

a resposta, no esquecimento.

Na verdade, exigir o quê?

Em sua casa manda o próprio.

Quem estas cenas ouve ou lê,

julga-se a rever, o "Pinóquio".


"Só falta crescer o nariz,

à exigência do petiz"!

O TITULAR ...

 Não sabia, fiquei a saber

porque o vi a escrever,

o Jerónimo é canhoto.

Esquerdista a cem por cento.

Um autêntico portento!


Continua "a pdra e cal"

como Secretário Geral.

A FRASE

 Há países com plano de vacinação.

Nós por cá, nomeamos uma comissão ...

IGUALDADE

 Terminado o tal Congresso

aqui fica desejo expresso:

Toda e qualquer reunião

com igual capacidade ,

à que foi dada validade,

tenha a mesma autorização.


Futebol, touradas, teatro,

com regras, o mesmo trato.

Se assim não for,

ficando em desfavor,

ouso dizer, "aqui há gato"!


Com a mesma benevolência,

será menor, a falência.

sábado, 28 de novembro de 2020

"WHEN A CHILD IS BORN"

 A família Martins

Está de Parabéns,

Pois obteve bons fins.

Aumentou os seus bens.

Nasceu o João Tiago,

Neste mês de Novembro.

Era tão desejado ...

Chegou mesmo a tempo!

Para que, de modo formal,

Ele seja considerado,

O "ai Jesus" de Natal.

E como tal, adorado!


Será a prenda mais desejada,

Com presença abençoada.


Fonte Informativa: Tatiana Ferreira.

ASSUMO

 Sou Beirão bem assumido,

Poeta por vocação

E, no muito já vivido,

Dei voz ao meu coração.

São muitos os meus escritos,

No verso e até em livro.

Ficaram por si descritos,

De modo nunca cativo.

A FRASE

 "Idosos serão uma prioridade".

Afinal, quem fala verdade?

SIMPLES PRAZER

 Sinto-me bem a escrever

Mesmo que ningém me vá ler,

É um prazer, de simples gesto.

Poucas as palavras que conheço.

Elogios? Nem os mereço.

Me envaideço, fora o resto!

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

A FRASE

 Onde devia morar a concórdia

só existe a discórdia.

QUADRAS SOLTAS

 O meu pensamento não pára,

Trabalha a qualquer hora.

Não será coisa rara

Mas a minha vida melhora.

FALTA DE JEITO?

 Não sou bruxo nem adivinho

Mas calculo e até prevejo.

Não estarei sozinho.

A previsão, aqui deixo:


De toda a vasta Europa

Seremos os últimos a vacinar

Pois por cá, a nossa "tropa"

Ainda está a programar


O que outros têm feito.

A nós, vai faltando o jeito.

NOVO BANCO

 Acabou a "bandalheira"!

Tudo feito à boa maneira

Com votação no Parlamento.

Nem um cêntimo para a Banca

Que tem andado meio- manca.

INCOMFORMISMO

 Esta Saúde Pública,

Assim, de forma impúdica,

Compromete quem a dirige.

Como pagadores de impostos,

não queremos ser depostos.

Uma melhoria se exige.

PLANO DA VACINAÇÃO

Porque conto oitenta e seis

não serei prioritário.

Quem dita estas leis,

considera-me, um otário?


Maneira pouco cortez

de catalogar os mais idosos

ou, critérios de "maltez"

sem modos respeitosos?


É uma tristeza que sinto,

nos critérios estabelecidos.

A meta dos setenta e cinco,

deixa-nos assim, preteridos?


Por base científica?

Não! Parvoíce, típica.

A vacina não fará efeito

e, elimina-se o sujeito?

Essa tal, DGS, 

de que mal padece?

Perguntas assim postas,

a merecer, respostas.


O Governo já se limpou.

O desmentido, ficou.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

A FRASE

 Para uns proibições

e a outros, permissões?

QUADRAS SOLTAS

 Realizado o tal Congresso

dele, o que advirá

para um melhor progresso?

Quem disso, nos falará?


Uma satisfação pessoal

não melhorará Portugal.

AS TAIS GENTES

 "Preocupado com o Orçamento"

mas não deixa de sorrir.

O senhor ´Silva, um portento

na arte de nos divertir.

IMAGINÁRIO

Escritórios e Centros de Dia,

a funcionar em hoteis.

Tudo devido à pandemia.

É a crise como sabeis.  

Já agora, porque não,

estender a mais-valia,

criando uma solução

para o mal que arrelia?

Faltam camas nos hospitais

e nos hoteis, às moscas?

Elas não seriam de mais.

Suplantavam, ideias toscas.


Mais não fosse, Enfermaria

ou doentes, não pandemia.

QUADRAS SOLTAS

 Se no ambiemte familiar

é que reside a transmissão,

a tolerância, faz pasmar

por autêntica negação.

PARADOXO

Decerto irá dar brado.

Ideia não lembra ao Diabo.

Descriminar a boa gente

Com o mesmo labor vigente

Sem prémio monetário,

Só porque teve outro horário?


A primeira vaga, compensada

E a segunda, nada?


"Cabecinhas Pensadoras",

Vos culparão por pecadoras.

DESTINO : LISBOA

 De barco e da outra banda

é o trabalho que os manda

até à estação fluvial.

Sul e Sueste, o cais.

Desembarques finais.

Simples e funcional.


Estação do Rossio

em manhã de muito frio,

eles e elas aos magotes.

Linha de Sintra da CP.

É aquilo que se vê.

Uma corrida de trotes ...


Santa Apolónia, igual cenário,

num mesmo calendário.

Comboio urbano lotado

com gente dos arredores,

também sacrificados maiores,

vindos de um qualquer lado.


Não esqueçamos Cascais

e, outros tantos que tais,

ao longo de extensa linha.

Também convergem ao centro.

Muitos, contados ao cento.

A soma é toda minha.


Fora ainda os restantes,

milhares de viajantes,

por meio rodoviário.

Fica relatado o porquê

da tanta gente que se vê.

Temos completo o cenário


De uma cidade efervescente,

onde converge, tanta gente!


Em tempos, devairada.

Hoje, mais moderada.



INGRATIDÃO

 Hoje, aqui vos relembro

o esquecido 25 de Novembro.

Nem na "Casa da Democracia"

ouvi a sua referência.

Uma vergonhosa ausência,

a causar, nojo e azia!


Sentados no cadeirão,

à custa de falsa eleição,

duzentos e trinta se servem

em cómoda sonolência

que lhes dá, boa vivência.

Ao tal 25, a devem ...

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

A FRASE

 Faltam camas nos hospitais?

Nos hoteis, estão sendo de mais.

CONSIDERANDO

 Terminada a pandemia,

revistas as consequências,

há que por em dia

as boas providências:

Saúde Pública, capaz

de prever, por precaução,

o já vivido mais atrás,

melhorar, a situação.

Prevendo se irá poupar 

aos cofres do erário.

Se pensarem no remediar,

viveremos ao contrário.


Os custos da previsão

têm uma dupla função:

Reduzem mais os custos

e não redundam em sustos.

ALÍVIO PRÓXIMO ?

 Notícias animadoras.

As vacinas salvadoras,

a surgir em larga escala.

Um novo ano promissor?

Daremos graças ao Senhor

e a pandemia, abala ? 

A SENHORA DOUTORA

 Já repararam por acaso

na variada colecção

a que a senhora dá aso

em cada dia de sessão?


Os "broches" na lapela,

uma variedade constante,

diversa e muito bela.

Coisas de senhora importante ...

QUADRAS SOLTAS

 Preço da telecomunicações

aumenta em Portugal

e baixa nas outras nações.

Este, o "Paraíso Global"?

A CONSIDERAR

 Boa condição de vida

seria a melhor medida

a adoptar por quem ordena.

Preservar a saúde.

Para isso, pois se mude,

 a mente de quem governa.


Corpo são, evita despesa

se a doença é certeza.

Prevenir, será bem melhor

do que remediar um mal

com recurso a hospital

e cuidados de Doutor.


Haja contenção do IVA

a tudo o que nos sirva

para o bem-estar geral.

Ginásios, Termas e mais

a que todos os mortais

acedam,, de modo normal.


Criar durante o Inverno,

plano que livre o inferno

do frio insustentável

aos pobres sem possibilidade

de usar a electricidade

com acesso razoável.


Não será uma utopia.

Antes, uma enorme melhoria.

E, gastar na prevensão,

Será remediar, a má situação.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

NÃO !

 NÃO será à vossa ordem

que retraio o pensamento.

NÃO me incomodem,

apesar do mau momento.


NÃO aceitarei sujeições,

a ideias turvas sem conto.

Nunca as más obrigações

farão de mim, um tonto.


NÃO creio no que dizeis

porque a dúvida me assalta.

É bem pouco o que fazeis

em prol da "nossa malta".


Aceitai pois, este NÃO,

como uma rejeição.





QUADRAS SOLTAS

 Saude Pública a rever.

Prevenção Sanitária a impor,

Benefícios a conceder,

Teríamos, vida melhor.

A FRASE

Impõem tantos sacrifícios

E onde estão os benefícios? 

PENSO EU ...

 Com a crise instalada

e muitos hoteis encerrados,

haja acção programada

para tratar certos cuidados.

Doenças não infeciosas

a cuidar nesses lugares?

Adaptações valiosas.

Assim pensem, ambos os pares.

Duas crises amenizadas:

Saúde e Hotelaria,

parcialmente compensadas.

Para ambas, mais-valia.


Mais sugiro:

Que tal a Enfermaria?

As "cabecinhas pensadoras",

Tenham isto, em dia!





segunda-feira, 23 de novembro de 2020

A FRASE

 Anunciar restrições, com sorriso?

Melhor fora ter juízo!

SÓ OS BURROS NÃO MUDAM

 " A Lei é clara e taxativa"

Mas como lesiva

deveria ser abolida.

Não pensam nisso?

Talvez seja preciso.

SOU UM SONHADOR

 Politicamente,

não de Esquerda

nem de Direita

e menos do Centro.

SOU, BEIRÃO ISENTO!


Mas atento observador,

vou dando o meu parecer,

não contra ou a favor,

com o pouco do meu saber.



"Fermento" muitas ideias,

critico o menos bem

sem receioo ou peias,

dou valor a quem o tem.


Está na berra um Congresso.

Contra ele, a maioria.

Então, sonhador, eu peço, 

com jeitos de fantasia:


Dessa "reunião familiar"

da classe esquerdista,

ninguém a ouse comentar.

Nem jornal nem revista.


Televisão, sem imagens,

a Rádio, muda e queda.

Do Congresso, só miragens,

dessa gente da Esquerda.


Forma simples e prática

que não creio seja feita.

A minha ideia, errática,

à nascença se enjeita.


Mas daria um estrondo.

Alguém, "cairia" no tombo.

QUADRAS SOLTAS

Um Congresso de Esquerda,

Contranatura indesejável,

Não passará de coisa lerda

Por atitude, pouco louvável.

SERÁ ?

 Essa "novela" do Congresso

será que eu a esqueço

naquele momento de votar?

Como tendo boa memória

talvez relembre a "estória".

O bom senso irá ditar.

MAUS MOMENTOS

 Arrepia só mde pensar

que continua a aumentar

o número dos que faleceram

contaminados pela pandemia.

Quem tal cenário previa,

após "prisão" a que submeteram?

domingo, 22 de novembro de 2020

A FRASE

 Recolhimento forçado

Nunca será bem tolerado.

INCÓMODOS

 O que devia ter harmonia

É agora uma guerra.

Hovesse melhor valia

Não estaríamos no emperra.


E já falam na terceira,

Nova vaga da pandemia.

Será que não temos maneira

De demonstrar mais valia?


Ralam-nos a paciência,

Mortificam com paleios.

Até a maior excelência

Não se fica nos rodeios ...


Conversa generalizada

Por inútil, não lebva a nada!

NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS

 Foi o Primeiro de Maio,

depois Festa do Avante.

Congresso, como um raio

a cair em mau instante?


Dizia alguém com graça,

"Organizem o Natal".

Que mais ninguém o faça

de forma tão genial.


O Jetrónimo não gostou

e já ripostou!

sábado, 21 de novembro de 2020

QUEM SABE ?

 Aprendam com os militares

o que se prende com azares.

Sou doente de alto risco

e tenho idade avançada.

Tive a infeção declarada

Mas atentem a isto:

No Hospital das Forças Armadas,

com práticas programadas,

fiquei curado em vinte dias.

Oxigénio e medicação,

foram a minha "salvação",

a par de outras mais-valias:


A dedicação daquela gente,

em favor do paciente.

AMARGURA

 Vivemos em sobrevivência,

descrentes da excelência

que nos deveria cuidar.

É triste esta conclusão

e não será, só uma razão,

a que nos faz lamentar.

Andam a "apanhar bonés"

ou a trocar ambos os pés

sem encontrarem caminho?

Somam~se as negligências,

aumentam as incongruências,

cada um por si, anda sozinho?


"Entregues ao nosso Destino"

A situação, como a defino.

JUSTIÇA CÉLERE

 Não há justiça em Portugal?

Quem tal pensa, julga mal.

Vejam o "Caso Ventura".

Mandou bocas sobre ciganos

E, sem perda nem enganos,

Multa-se, a citada criatura.


Então e os outros "mariolas"?

Aqueles "ratoneiros de cartolas"?


O valor da multa até dá riso.

Ora tenham lá juízo ...

INACREDITÁVEL

 Aquilo que vamos sabendo

No campo da Justiça

Para além do lamento,

Apetece dizer, "Chiça"!!


Até custa acreditar

Como tanto é possível.

São provas de arrepiar

Ou, imagem bem visível!


E, impunemente,

juristas e julgados,

calmamente, sossegados!

A FRASE

 E já falam da 3ª. vaga.

Pessoa que o diz, não é gaga!

IASFA - A LÁSTIMA

 "Cada um com a sua mania"

Dito a brincar, na pandemia.


Há casos que fazem pensar.

Do IASFA, concretamente.

Militares e sua gente

sem o mínimo a desfrutar.

Refiro o complexo de Oeiras,

com repúdio às más maneiras.

Seu património bem vasto:

É o "CAS" e o "SAMED",

na utilização que se pede..

Mas está tudo, de rasto ...

Sem consultas nem farmácia,

o passado é uma falácia.

Quanto à Saúde, zero!

Na parte dita Social,

se acrascenta o mesmo mal.

Portas fechadas. Desespero!

Um pequeno exemplo,

ocorrido neste momento:

Consultei médico particular

por necessidade urgente.

Paguei, como toda a gente

e o recibo, quis entregar

Me responderam com zelo,

"Pois sim, pode fazê-lo"...

em 28 de Dezembro!

Coisa assim, nem me lembro.


Sou beneficiário externo

Nada sei do interno.

NÃO HÁ DUAS SEM TRÊS

 Foi o Primeiro de Maio,

a seguir, Festa do Avante.

Congresso, como um raio,

irá ferir, nesse instante.

Dizia alguém com graça:

"Organizem lá o Natal"!...

Que mais ninguém o faça,

de forma tão genial!

QUADRAS SOLTAS

 Em minha casa estou bem

Mesmo não sendo obrigado

E neste caso, como convém,

Se, igualmente, confinado.

OLÁ

 "DIA MUNDIAL DO OLÁ"

AQUI, ALI E ACOLÁ

FAÇA USO DA SAUDAÇÃO,

FORMA SIMPLES, SIMPÁTICA

QUE DEVEMOS POR EM PRÁTICA

COM SORRISO DE INTENÇÃO.


PARA QUEM ME LER: OLÁ!!

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

UM PARECER

 Peço desculpa, Presidente.

Mas o senhor, tão presente

Não estará exagerando?

Acho que fala demasiado!...

Chama a si, o cuidado,

Como detentor de comando,

Que deve ser do Primeiro.

Esse sim, o mensageiro

do estado da pandemia.

Deixe-se ficar por Belém.

Lá se sentirá muito bem.

Apareça, qualquer dia! 


Demasiada assiduidade

Gera a vulgaridade.

QUADRAS SOLTAS

 Quando esta pandemia

Atingir o pandemónio

Dirão com aleivosia

"Isto é obra do Demónio"!

SÃO SINAS ...

 A par e passo acontece,

celebração de carreira.

É o músico que se enaltece

pelos anos de "canseira"!


É medalhado, aplaudido

pelas várias entidades

por ter o dever cumprido

dentro das suas capacidades.


Ao lado sem ter um louvor,

qualquer pobre desgraçado

passou uma vida de dor

Jamais será lembrado.


É a sina, tão desigual

Nas gentes de Portugal.

ESTRANHO

 Causa-me certa confusão

aquele anúncio na Televisão

que fala de aparelho auditivo.

O seu custo é irrisório.

Algum "artista finório"

deve ter encontrado motivo

ao pagar, cara publicidade,

 a algo de valor quase nulo.

Presente em todos os canais,

rala o juízo aos mortais. 

Ali há "coisa". Não engulo.

NINGUÉM ASSUME

 Nenhum assume a culpa.

Também ninguém os indulta.

Haverá casos d'incompetência

No domar esta calamidade.

Por muito que custe a verdade,

Ela não vos dará clemência.

O CONGRESSO

 De tudo, o mais importante,

bem acima de todos nós,

a realizar no instante,

mal avaliados os prós.


A importância é tal

que suplanta todo o resto

do existente em Portugal,

É alvo de muito protesto.


Até baralha governos,

obrigando à aceitação.

Não olha a meios termos.

Impõe a sua condição!


Senhores, vos peço:

Não realizem o Congresso.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

SABER APRENDER

 Seja qual for a desgraça

após sofrida, quando passa,

revela imensas verdades.

Soubesse o Homem, bem ler

e ganharia tanto saber ...

O que lhe daria, qualidades,

até agora inativas.

O mundo está sem medidas,

desigual ao que foi antes.

Sem atropelo de multidões

por impostas contenções.

São provas bem importantes.

Aprendida esta lição, 

rever e moderar, porque não?

Se no meio mora a virtude,

saibam a partir de agora,

esquecer males d'outrora.

Eram pura vicissitude.

Não voltar ao excessivo

do tanto erro cometido.

Criar uma harmonia vigente,

a que possa contribuir

para nos alegrar, a sorrir,

com existência, diferente!



PAIRA A DÚVIDA

 Não sei bem porquê

mas fica-me a sensação

que o Congresso do PCP

é o cerne da questão.


Uma espécie de chantagem

ou caso de contrapartidas,

dará sempre a má imagem

de figuras comprometidas.


Pata validar Orçamento,

o Governo "abre a mão"?

É a dúvida ao momento.

Está acesa a discussão.

EXAGÊRO ?

 Ao falar da restauração,

já agora, uma questão:

Não haverá demasiados

espaços dedicados ao sector?

Grandes e de pequeno valor,

quantos serão, todos somados?


É uma forma de viver

que requer pouco saber.

Claro! Ao Estado interessa.

Licenças e alvará,

muito mais ele cobrará.

Não renega, a quem peça!


Não será caso a ponderar

com cedências a moderar?

.AS NOSSAS MÃOS

Temos dez dedos nas mãos:

Pai, mãe e oito irmãos.

Tal como numa família,

Trabalhando conjuntamente

Sem entraves nem quezília.


Há os pequenos mindinhos

Ainda não crescidinhos

Mas já com ocupação.

Os anelares da vaidade

Onde ouros fazem alarde

Da riqueza em questão.


Importantes, os acusadores.

São uns justiceiros senhores

Que vão culpar o delito.

Acrescentando os polegares,

Os dedos, andando aos pares

São obra de gabarito.


Esquecido, no intermédio

Faltou falar do médio!

SINCERAMENTE

 Em posições dominantes,

Digam-me quais os mandantes

Que resistem às tentações?

Ver passar-lhes entre dedos

Fortunas de muitos segredos

Sempre na casa dos milhões?


E aí os temos corrompidos,

Alguns até nossos amigos.

Sabem-se os nomes e falcatruas.,

A Justiça pasma, adormecida

E a má gente conhecida,

Cantando e rindo nas ruas! ...

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

ALERTA

 O alerta vindo dos médicos

assume níveis bem tétricos:

Poderá haver ruptura

por falta de humanos.

E como cobrir os danos?

Diga-nos lá, criatura!


Aumentam os horrores,

e não chegarão os doutores

para o combate à pandemia?

É o mundo em decadência,

indefeso sem resistência

ou com falta de harmonia?


Aquela que já tivemos

e conservá-la, não soubémos!

COMO FOI POSSÍVEL ?

 Entregue à "bicharada"

Um país não vale nada.

Onde iremos nós parar?

Lares na clandestinidade

Sem a mínima dignidade,

Fecham agora, sem cessar.


E há qunto tempo existiam?

As entidades não sabiam?

Foi a pandemia a despoletar,

Toda uma situação de horror.

E vós, ilustre senhor,

Nada tendes a declarar?


Culpados os senhores,

Todos pagos, com bons valores.


E que Segurança Social? 

Perguntar, não levem a mal.

BOAS PRÁTICAS

Sejam firmes e sabedores

Há que agir como penso

Todos nós somos credores

Tentem aplicar o bom senso.

SABER ESTAR

 Quando vou à minha Beira

Todo eu sou um Beirão.

Visto-me à sua maneira

Dou vontade ao coração

De ser como os demais.

Esqueço a boa cidade

E recordo, os ancestrais.

Com imensa saudade.

INTERNAMENTO HOSPITALAR

 Rotina, a necessária

para tarefa diária

neste "nosso" hospital.

Seis e trinta, alvorada

na tática programada.

A dose inicial ...

Acorda pobre doente.

Temos um dia pela frente

e mais a noite, comprida.

Chega o pequeno almoço,

medicação em reforço, 

numa abundante medida.

Banho tomado

roupa lavada

e a cama já preparada.

Nas esperas, noite e dia,

no cómodo que se deseja.

Televisão que mal se veja ...

não nos dá grande alegria.

Medições, tudo atento

a qualquer hora e momento.

Há que preservar este velho.

E todos tão diligentes! ...

Dentro da sua fé, bem crentes,

seguem um rigoroso "evangelho"!


Assim foi em vinte dias.

Até voltar a ter alegrias.

ALDEIA NATAL

 Com toda a singeleza

o "berço" onde nascemos

é para nós a riqueza.

Jamais o esquecemos.

O meu foi em Sarnadinha

pequena aldeia beirã.

Simples e pobrezinha

mas com gente muito sã.

Ao longo da minha vida,

percorendo tanto caminho,

ela nunca foi esquercida.

"Ave, não abandona o ninho"!

Agora, mudados os tempos,

a sinto bem mais distante.

Aguardo se amainem os ventos.

Lá voltarei, nesse instante.

A FRASE

 "Sentido cívico exemplar"

Mas a mortandade a aumentar ...

INCONGRUÊNCIAS

 Eu sou um dos tais

que paga tudo e ... mais!

Paguei para comprar casa,

vendi outra e paguei

e onde vivo, vou pagando.

Sinto que me estão roubando!

Em tempos até escrevi:

I.M.I, - Imposto  Mais Injusto.

Sendo a casa minha, até dá susto!


Já recebi o Aviso.

Neste mês, pagar é preciso!



terça-feira, 17 de novembro de 2020

QUADRAS SOLTAS

Essa viola beiroa

Tem um som que bem soa

quando alguém a dedilha.

O meu respeito por ti,

Desde logo que te vi,

Expresso nesta sextilha.

SABER PREVENIR

 Deixaram "correr o marfim"

e agora, o triste fim!

Há que repensar a situação.

Mas já com tantas mazelas

Neste sentido, mal vão elas,

as maleitas da Nação!


Não souberam prevenir,

agora, o que está para vir?

DUPLO CASTIGO

 Preguiça e velhice,

Houve alguém que disse

"Vejam só que belo par".

Elas moram comigo

E como pagando castigo,

Ambas tenho de suportar!

SINTOMAS ...

 Escorre-me o cansaço

da cabeça até aos pés.

Sendo tão pouco o que faço

porque sofro este revés?


Pelo vírus, que dizem ser

a causa do sofrimento?

Coisa pequena sem se ver

e causar tal sofrimento?


Na vertical, quem me dera

Poder sentir-me como normal.

Mas a horizontal me espera, 

na posição ideal.


Pobre árvore sem raíz.

Nada a segura à terra...

Fala quem sabe o que diz,

verdade que tanto emperra ...



O SABER DAR A VOLTA

 Leis inevitáveis da vida,

estando ela comprida,

dão maiores dificuldades.

Resta-nos a nós, o consolo

E, felizmente não sou tolo,

de contornar, tais verdades.


Uma delas, a de escrever

o que me dá grande prazer.

Haja quem me possa ler.

OS MEUS DEFEITOS

 Sou temperamental,

Pouco tolerante,

Um tanto boçal,

No mau instante

Quando provocado.

Perco as estribeiras

Se me aborrecem

E as boas maneiras

Logo desaparecem.

Não muito falador,

Só o necessário,

Mas cheio de vigor,

Relato o breviário

Da minha Poesia,

Mesmo com tanto pecado

No meu dia-a-dia

Espero ser perdoado.

FALTA DE BRIO

 São alguns ao abandono

Outros com muito mau aspecto

Edifícios assim, "sem dono"

Nem cuidados por perto?


A imagem que fica

Em nada nos dignifica.


Pobres mas asseados.

Basta que haja cuidados.


JÁ RESPIRO

 AO TEMPO


Levado pelo sentimento

Acabo de saber ao momento,

Com enorme satisfação,

Da novidade tão desejada:

A capacidade confirmada,

Voltou o ar, ao meu pulmão!

Com tal sinal positvo

Eu que me julgava cativo,

Respiro agora outro ar.

No verso que quis fazer,

Teimosa lágrima veio dizer:

"Que feliz estou, por respirar"!


Simples, os prazeres da Vida,

Quando a julgamos perdida.

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS

 AO TEMPO


Tão calmo e profissional,

Este, o "nosso hospital".

Dito das Forças Armadas.

Dele tenho o bom desfruto,

Atingido por mau surto

Das doenças acamadas.

Privilegiado eu serei

Mas decerto também sei

Qiue ele me é cometido

Pelos serviços prestados

Ao tempo e, solicitados:

À Pátria, o Dever Cumprido!

Cadsa minha por direito

Na boa causa e efeito

Do que serei um credor.

Fiquemos assim concluídos:

Não sou um dos excluídos

Nem me prestam um favor.


Acima de tudo a justeza

Que gere uma boa certeza:

Cidadãos que foram Soldados

Devem ser bem apoiados.



QUERER É PODER

 Eu hei-de ter, se Deus quiser,

Tudo o que possa merecer

Pelo facto de ser justo.

Nada mais peço além disso.

Assumo esse compromissso

Sem despesa de qualquer custo.


Despi as tolas vaidades,

Enverguei burel de frades,

Sou seguidor da humildade.

Recolhido, silêncio sereno

Sinto atingir o pleno

De viver com a minha verdade.


Não a queiram alterar

E com isso me contrariar.

O MEU CASO

 AO TEMPO


Telefone à cabeceira

E a dedicada companheira

Diáriamente me assiste.

Há que dar graças a Deus,

O poder contar com os meus.

Assim, nada é tão triste!

AQUI ESTOU ...

AO TEMPO


E o que me resta fazer?

No preencher tempo e espaço?

Escrever, escrever, escrever ...

O que sei, posso e faço.

É uma alternativa

A esta vida cativa

Como alguém de corpo doente,

Previsível consequência,

Rendida à evidência:

Tenho o tal vírus presente.

Não desejável. Presumível.

Já vivo abaixo do nível

Que longa vida comporta.

Com sufoco, passo lento

Dar a volta eu bem tento

Sem nunca "fechar a porta".                                                      

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

ÚLTIMA HORA

 Se com tantos sacrifícios

não se colhem benefícios,

a que mais estaremos sujeuitos?

Mesmo sendo um optimista

descreio que haja pista

que nos dê os bons efeitos.


Digam-nos senhores governantes

o que fazer, nestes instantes?

ATÉ AGONIA

 É assunto do momento

mas já cheira a excremento.

Basta de tanta ladaínha,

servida por "figurinhas"

que repetem as "mezinhas",

acompanhadas ou sozinhas.


Um forte murro na mesa

não nos dará outra certeza?!

VAI OU RACHA !

 O que não se consegue a bem

se faça cumprir a mal.

Talvez não seja o que convem

mas só assim em Portugal!


Quem ande "na vida airada"

que passe a noite na esquadra!


Aprender por coação,

uma verdadeira lição.



TENHO DÚVIDAS

 Ao cumprir a determinação

será que o problema existente

é culpa da restauração?

Não a julgo pertinente


Já nos vários transportes,

nem "ponho as mãos no lume".

Serão questões de sortes?

Perigo que ninguém assume?


Fica a pergunta no ar.

Respondam se tiverem vagar,

A FRASE

 Com aludas de migalhas

compreendo porque ralhas.

FORMA DE PENSAR

 Não há crime que tanto oprime

como  cumprir pena sem culpa.

Quem desta forma se exprime

sabe bem, o que resulta.


Neste caso por pandemia.

Um ser menos escorreito

sente por si a agonia

de ter sido um "eleito"!


Na escolha selectiva

dos tidos mais fracos,

a quem coube triste vida,

sofrem todos, maus tratos.


Isolamento forçado,

quiçá a própria morte.

E, qual o seu pecado?

Um caso de menos sorte.


Fiz parte desse registo

de uma má memória.

Com Deus ainda resisto.

Não sei o final da estória.


Simplesmente, não compreendo.

Este Portugal tão pequeno

e ninguém se entendendo,

 de modo a mantê-lo sereno.


Somam-se as mortes,

crescem os desnorte

domingo, 15 de novembro de 2020

ASSISTÊNCIA

 Não ajudar nas dificuldades

poderá criar fatalidades.

Empresas em falência,

desemprego a aumentar, 

encargos, no acrescentar ...

Um país em emergência.

O Governo conseguirá,

obter um bom alvará

para ultrapassar o mal?

Vivemos, momento penoso

e com ritmo em repouso

o que será de Portugal?


Dependendo da Segurança Social

Será bem pouco, por sinal.

DANTES ERA ASSIM:

 Antigamente,

fechados aos fins-de-semana.

Ponto assente.

Ninguém reclama.

Era uma boa Lei Social.

Descanso a quem trabalha.

Agora, no estado actual,

tudo se complica e baralha.

Que me lembre, sou do tempo,

a vida decorria, normal.

Esta alteração, a contento,

só provoca, "vendaval"!


Nunca nos faltou o pão,

na anterior situação.

Voltar atrás?

Alguém será capaz?

A FRASE

 Ajuda de Vinte por cento,

gera o descontentamento.

VACINE-SE !

 O caricato da situação

Prende-se com esta questão:

Insistem na vacinação,

lembrando ao cidadão,

"Deve levar a injeção"!

Vem depois a decepção,

esgotadas, pois então?!


Agora só a pessoas de risco.

Meu Deus, quem aceita isto?


Assim, não vamos lá!

Anda tudo "ao Deus-dará"?

JÁ BASTA

 A pandemia não bastava,

temos a vacina esgotada

e aimda, a "legionella"!

Estamos em maré d'azar,

ou, falta quem possa zelar,

na triste, "boa vai ela"?

CHEIRA A NATAL

 Colorida iluminação,

avaliada em meio milhão,

brilha, na Vila de Oeiras.

Será forma de compensar

este danoso continuar?

É, uma das maneiras.


Com natural satisfação,

até Leceia, onde resido,

obteve tal distinção,

o que antes, era esquecido.


Obrigado Senhor Presidente,

em nome da "nossa gente"!


sábado, 14 de novembro de 2020

CORRIDAS CONTRA-RELÓGIO

 Fechados à uma da tarde

Para que, bem se resguarde,

A saúde de todos nós.

Mas o Português, é assim! ...

Uma multidão sem fim,

Pela manhã e, contra os prós.


Alguém gostará da prisão?

Quanto a mim, acho que não.

MUDANÇAS

 A febre do consumismo,

criado pelas grandes potências,

será forma de altruísmo,

fruto das inteligências.

Lembro, os tempos passados.

Os trabalhos de então,

Fins de semana, fechados.

Nunca houve contestação.


Mudaram os tempos

Vieram os contratempos.

MALDITO COVID

 Aumentam a toda a hora,

Cá dentro e lá fora,

Os números desta desgraça.

Ansiamos pela vacina

E só a esparança, anima,

Este mal que nos ameaça.

FALTAVA ESTA

 Diz a Directora Geral

Que as vacinas da gripe

Não chegam, a todo o pessoal.

Quem não a tiver, que grite?


A minha, já cá mora

Mas se estivesse à espera,

Tardaria pela demora

E quem espera, desespera!


É, o chamado desemrrasca,

À Portuguesa, claro!

Não sendo negócio de tasca,

O problema, não é raro.


QUADRAS SOLTAS

 Como gerir as nossas vidas

Se vocês só a complicam?

Determinações, "mal-paridas",

bons frutos, não frutificam.


Antes de tomar decisões

Pensem no que pode advir.

Se têm bons corações,

Criem, bom modo de agir.


Tanto falam dos Açores,

Tendo por mote o "Chega".

História de maus amores

Em que "ela é uma pega"?

ESTRATÉGIA POLÍTICA

 Tentando a acalmia,

falou o Ministro da Economia,

à mesma hora anunciada,

do vigoroso protesto.

O Governo, sempre lesto,

numa actuação, calculada.


Mas, contra fortes factos,

os argumentos são fracos ...



ÚTOPIAS

 Voltar ao antigamente

Seria grande inconveniente?

Mas, porque não, a contento?

Aos Domingos, tudo encerrado,

Que mal seria o causado?

Só aos tais ... o que lamento!

MÁXIMA APLICÁVEL

 Ficar em casa. Tempo convida

e, o Covid, a isso obriga.

CONCEITOS

 A noite é para dormir,

numa vida, dita normal.

Mas quem prefere curtir,

a considera ideal ...

Gira o mundo ao contrário

pois já ninguém s'entende.

E neste confronto diário,

se envole, muita gente..


Para uns sim, outros não.

Para quando, a solução?

NESTE SÁBADO

 Dia triste de Outono.

Manifestação no Rossio,

queixas por falta d'abono,

a Economia, por um fio ...

Presidente e Primeiro,

em Fátina, na missa,

e um país, por inteiro

inactivo, não por preguiça.

Subjugados à pandemia,

que aumenta sem cessar,

este sábado, primeiro dia,

em que portas irão fechar.

Depois das treze, preso,

em casa mas sem delito.

Será, argumento de peso?

Pois nele, pouco acredito.


Mais haverá que fazer.

Venha, quem tal souber!

OBEDIÊNCIA

 Entre a chuva e obedecer,

à ordem determinada,

o que poderei eu fazer?

Só Poesia, mais nada!


E depositá-la no blogue.

Faz-se, o que se pode...

VACINAS DA GRIPE

Dará para entender?

Não chegam à maioria.

Em Dezembro, se mais houver ...

Isto não é, rebaldaria?

A FRASE

 Ajuda aos restaurantes,

e, então os restantes?

DIFERENÇAS

 Simplesmente, revoltante,

o que se passa no instante.

A Democracia, será isto?

Uns podem e prosseguem,

outros, o mesmo não conseguem?

E todos, "filhos de Cristo"?

Abertas, as grandes cadeias,

com prateleiras bem cheias

para escoar sem prejuízo?

Já os pequenos, irão fechar.

Espanto. Difícil d'aceitar!

Igualar, isso é preciso.


Porque, filhos e enteados,

no mesmo seio familiar, 

revelam poucos cuidados.

Erros feios, a evitar.


Era para ser, já não é.

Muita gente, "bateu o pé"!


Tudo agora por igual

Ponto final!


sexta-feira, 13 de novembro de 2020

"ONDE NÃO HÁ PÃO ..."

 O Porto em "pé de guerra"!

Povo, esbraceja e berra,

impondo a sua negação.

Poderá mesmo, ser muita

mas quando passa a inculta,

perde, parte da razão.


Os ânimos, nos Aliados,

estiveram, exaltados.


Sobre o problerma da restauração,

até tenho uma versão:


Encerrar portas à uma

e, porque não às três?

A situação se resuma:

Quem obterá freguês?

Três da tarde, menos mal.

Dava tempo aos almoços.

Deste modo, anormal,

nem para comer tremoços!


Ainda acrescento mais:

Ajuda, na restauração?

E então, os outros que tais?

Tantos e quantos serão?


Ninguém pensou nisso?

É  mais fácil, "encher chouriço"?


"Esperemos pela pancada"

e, que não haja mais "porrada".



quinta-feira, 12 de novembro de 2020

A FRASE

É quando a sentimos perdida
que mais amamos, a vida.

NÓS, OS VELHOS

Não nos sacrifiquem, de mais.

Esqueçam esses manuais

que não resolvem o problema.

Somos débeis, por doença.

Então, Governo se convença,

sinta por nós, alguma pena.

Advogo, com firmeza,

esta relevante  certeza:

Não devemos ir ao médico.

Ele que venha até nós.

Bem analizados, os prós,

teríamos todos, bom crédito.

As despesas diminuídas,

maior a salvação de vidas.

Criem, o "Domiciliário"!

Todos os meios, possíveis,

com elementos disponíveis

e sempre, em apoio diário!


Caso não tenham dinheiro,

vendam os submarinos.

A saúde está primeiro,

dizem, antigos ensinos.

COM O MAL DOS OUTROS ...

 Não será isenta d'intenção

o relatar perdas alheia.

Também não vamos na distração.

As contas por cá, são feias.


Em regra de três simples,


Na proporcionalidade,

se saberá, a verdade.

NUNCA SERÁ TARDE

 Tanto se elogiam agora,

os valorosos militares

que antes, em má-hora,

eram tidos como vulgares.

Na ajuda à pandemia,

já constam no critério.

Outra anterior valia,

selenciada, em mistério.

No lugar onde repousam,

os caídos pelo Dever,

se lamenta, os que não ousam,

a sua morte, merecer.


Mas nunca será tarde

para se repor, a verdade!

A TÊVÊ QUE SE VÊ

 À Televisão que temos, 

só lhe dou, sinal menos,

pelas seguintes razões:

São todos, copiadores,

têm publicidade a mais

e, em todos os canais,

só se fala, de horrores!

Repetitiva, enfadonha,

é, uma televisão bisonha.

Noticiários, são calvários

de informação requentada.

Não se lhes acrescenta nada,

nos programas diários.


E agora com o Covid,

nada melhora. Tudo regride!

É TEMPO DE AJUDAR

 Senhores, nada vos peço.

Tenho tudo o que mereço.

Porém, os pobres coitados, 

a quem falta o emprego,

como podem ter sossego?

Têm de ser ajudados!


Simplesmente, abandonados,

entregues aos seus cuidados?


Ouvimos muitas promessas.

Oxalá que o prometido,

seja efectivo e cumprido,

sem ter de lhe pedir meças!

PENSAR NO PIOR

 Com o evoluir da pandemia,

quem sabe, virá o dia

do descontrolo geral.

Má notícia, acrescenta

que viver, muito custa.

Não a todos, por igual ...

Angústia por saber

que está faltando comer

em muitos dos nossos lares.

E, nesta triste situação,

a quem pedir a mão?

Ao Governo e seus pares?

Porque não, às abastadas,

grandes empresas instaladas,

com lucros fabulosos?

À nossa custa, evoluiram

e em nada contribuiram,

nos seus termos, ambiciosos?


É caso para meditar,

nos que podiam ajudar ...

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

S. MARTINHO

 Montado no se alazao

S. Martinho nos visitou

Com bom tempo de Verão,

Á promessa, não  faltou.     

Faltou sim, a alegria

Do convívio  anual

Beber vinho ou sangria, 

Com preceito, habitual. 


Maldita  esta pandemia,

Ladra, da nossa harmonia. 

AMOR JUVENIL

 Cedo começámos a amar.

Mais velho, nem tanto assim,

Com "sabedoria" para dar,

Fui"mestre" e, leste em mim,

O que eu julgava saber.

Puro engano deste "rapaz"!

O valor de uma Mulher,

Vem sempre. Não fica atrás.

Foste tu que me ensinaste

Como construir duas vidas.

Com o amor que então juraste

De as manter, bem unidas

Do que sei muito te devo,

Mãe extremosa e criadora.

Por vezes, até me atrevo,

A ver em ti, Nossa Senhora.


Se for preciso, até rezo

Para dizer, quanto te prezo!

AO TEMPO

 PORQUE ERA DOMINGO


Da janela do hospital

Visionei o meu amor.

Estava linda, por sinal.

De branco. Que bela flor!


Visitou-me, na doença

E deu-me a força moral

Que teve tão boa crença

Na cura deste meu mal.


Rendido aos teus encantos,

Seja qual for o motivo,

Juro que todos os prantos,

Os chorarei, só contigo.

Teu marido

E, amigo!

SERÁ OU NÃO?

 Se é verdade o que penso,

não me deixem em suspenso.

clarifiquem, as situações.

É verdade que os imigrantes,

por aí, já são bastantes,

têm muitas compensações?


As negadas aos nativos,

sabe-se lá, porque motivos?

Uma Saúde assistida,

alojamento garantido,

subsídio, a fundo perdido ...

Enfim! O conchego na vida!


Então, o incómodo da pergunta:

Aos de cá, isso não resulta?

Que direitos têm os nossos?

Sem "milagres", os naturais,

sem privilégios iguais?

Ninguém sentirá remorsos?


QUADRAS SOLTAS

 Não sinto a alma vazia

Tenho tudo o que mereço

Mas procuro a harmonia.

Isso, também reconheço.

A FRASE

 Não agir, prevendo

para depois, ir sofrendo?

A CRISE

 Quantas seão as falências

a nível da restauração?

Ninguém prevê, as demências,

vindas de tal situaçção?

terça-feira, 10 de novembro de 2020

CONTRASTES

 Desde que o mundo foi criado,

até hoje, nada foi mudado,

Os ricos, aumentam a riqueza,

já os pobres, é só ... pobreza!

Vivemos época de pandemia, 

o que ninguém previa,

ensombrando o panorama.

País parado e o povo clama!

Tal como ontem, agora mesmo,

as falências são a esmo.

Toca a todos os "pequenos".

Aos "grandes", muito menos.

Não sendo bruxo nem adivinho, 

vejo o merceeiro, vizinho,

a fechar portas. Desiste.

Perto, o supermercado, subsiste!


Porque é "grande" e diferente.

Protegido, por conveniente.


"Desde que o mundo foi criado"

Nada, desde então, foi mudado!

A ENTREVISTA

 "Transmissão da doença

não depende do Governo"

O Primeiro, assim pensa.

Não olha, ao meio termo.

Mas dele dependerá,

o bem dos seus cidadãos.

Pois, o país como está,

é, um lavar de mãos.

VIDAS NOTURNAS

 Salvo melhor opinião,

os Bares abertos, o que dão,

ao longo de noites inteiras?

Muitas e alegres bebedeiras,

negócios de pouca clareza,

mas com drogas, de certeza.

Prostituição à mistura,

na oferta e na procura.

Juventudes transviadas,

com as mentes alcoolizadas.

Convite à ociosidade,

dos inúteis da sociedade.

A lista é bem extensa

e, quem, bem-pensa,

concordará comigo:

Esses locais, são um perigo!

Posto isto, no momento actual,

uma solução, seria ideal:

Reduzir a funcionalidade.

Abertos até tão tarde?

Limitar,

ainda que custe, aceitar!

QUADRAS SOLTAS

 Custa, "cair do poleiro",

ao fim de tantos anos.

Verdade, senhor Primeiro?

Que diz aos Acorianos?

SÃO MARTINHO

 Pois, de novo aí o temos,

este "Verão de São Martinho".

Este ano, nem comemos,

as castanhas. E, o vinho?


Sem a volta às adegas,

até nisso temos negas.

PROCURA

 Cada um ama a seu jeito.

Não era assim que queria.

Ainda procuramos, a eito

Um amor, com harmonia.

A FRASE

 Aumenta a mortalidade.

Esta, a incómoda verdade.

GANHEM JUÍZO

 Cardíacos, hepáticos,

diabéticos e outros ...

Cuidados, apáticos,

sem ação dos doutos?


Só o Covid interessa? 

Que a indiferença

ninguém esqueça,

Tudo é, má doença!


Mesmo sem dente do siso,

tenham muito juízo! ...



segunda-feira, 9 de novembro de 2020

NOTICIARISTAS

À "Cabeça de Esfregona",

a SIC já deu resposta.

O desafio não abona,

na figura, mal-composta.


Com pouco jeito,

e sem figura, o sujeito.


Esta a minha opinião.

Desculpai, se faltar razão.

DÁ PARA CRER?

 Com tão fraquinha defesa

esse "Calvário" de Jesus,

já assenta numa certeza:

Bem pesada, a sua cruz!


E, foram 3.

Até na Luz!

EMERGÊNCIA

 Previsível e gravoso,

não ter actuado a tempo,

atingiu um calamitoso,

estado de sofrimento.

Quantas serão as falências,

a nível da restauração?

Alguém prevê as demências,

vindas de tanta opressão?


Pobre e triste Portugal

Assim tratado, tão mal!

GREVE INOPORTUNA

 Se a razão lhes assiste

para convocar uma greve,

não deixa de ser bem triste,

o que se lê, o que se escreve:


A Creve dos Enfermeiros,

cuidadores por ezxcelência,

em linha, sempre primeiros

com elevada experiência.


E ninguém se entedeu?

A declaração, prevaleceu?

IMPOSIÇÕES FORÇADAS

 As vossas razões invocadas.

nada me irão alterar,

nem tão pouco serão roubadas,

as minhas formas de estar.


Viverei com alegria,

sob o Sol que nos aquece,

inspirador desta Poesia

que, diáriamente acontece.


Não esquecer os amigos.

Há formas de comunicar,

com os novos e mais antigos.

Entreajuda, neste azar ...


Com cuidados, a Família,

jamais estará ausente.

À distância, sem quezília,

a união, sempre presente!


Com o apoio, principal,

ELA, estará a meu lado.

Para o Bem e para o Mal,

no matrimónio, declarado.


Oxalá que este viver,

possa também ser-vos dado.

Igualmente, a quem puder

evitar, o mal declarado.


Assim seja

e, muito se veja!

A FRASE

 E, o Jorge Jesus,

a carregar, a sua cruz! ...

DIZEM "ELES"

 "Escolher o mal menor".

Para muitos, será pior

que o normal, "Deus me livre".

Houve muita negligência.

Tenham, Santa Paciência.

Não a tanto, se nos obrigue.

MÓRBIDO

 Então, salve-se quem puder

ou, quem o médico quiser?

Ao extremo a que se chegou.

Estarei na primeira vaga,

pela idade prolongada.

Irei. O doutor, determinou ...

PAGAR CARO

 Não acertaram os passos,

os cuidados foram relapsos

e, aí está o  resultado:

Novas restrições impostas, 

às pessoas mal-dispostas,

por falta de cuidado.


Paga o justo pelo pecador

por culta, do "tal senhor"!

domingo, 8 de novembro de 2020

A FRASE

 Convém não esquecer:

Vive e, deixa viver! ...

POR EXEMPLO ...

 Em tempo de pandemia,

há vida a ser vivida,

longe das grandes multidões.

Esquecidos certos prazeres,

haverá, outros afazeres,

a merecer, boas atenções:

Connosco próprios, refletir,

do passado e no porvir,

arrumações do acumulado,

leituras que estão pendentes,

aproximação a parentes,

ou, aquele amigo, ignorado.

Quem, ao "luxo" se puder dar,

ter um jardim para cuidar,

conhecer melhor, Portugal,

tão nosso e desconhecido,

por capricho, irrefletido.

Não buscar fora, o trivial.

A limitação já deu provas,

der que temos, coisas novas!

Por nós, andavam esquecidas:

O voltar, à terra natal,

um exemplo, pontual,

 incentivo, às nossas vidas.

Futebol, grandes concertos,

ressacas desses acertos,

que só nos toldam a mente?

Quem sentir essas tais faltas,

tente esquecer as ribaltas,

procure, algo diferente.

No seio da Natureza,

encontará, com certeza,

em convívio salutar,

vida simples, com alegria

Esquecerá, a pandemia.

Até irá ver, o Sol a brilhar! ...


Assim eu vivo a solidão.

Tantos, muitos, não o farão,

quiçá pelas suas dificuldades.

Bem lamento que assim seja

mas sou aquele que vos deseja,

as possíveis, felicidades!

GUERRA AO PLÁSTICO

 Sonhador por natureza,

alimento, os incríveis ...

mas podem ter a certeza,

meus sonhos, são possíveis.

É só dar-lhes uma razão,

concretizar em acto.

Aqui deixo uma qestão:

Porquê, plástico, de facto,

se produzimos papel?

Porque não, um saco,

com designação. "Portucel"?

Um bom final, no trato?!


Como Beirão que sou,

a marca, Vila Velha, lhe dou!


(Pensado ao tempo, expresso no momento).

Nunca será tarde para fazer alarde ...

EXPLICITO:

 Racista, eu? Nunca serei.

Década de convivências

com todo o respeito à lei,

tive excelente vivências,

entre hindús e africanos.

Índia, Moçambique,

na Guiné e, sem danos.

Que a verdade aqui fique.

Não ligo às polémicas

mas observo com conclusões.

Cenas, assim, patéticas,

só dão más recordações.

Um exemplo, para já:

Qual será, a intenção

desse senhor, Mamadú Bá,

no exibir, ostentação?

Camiseta com punho negro,

estampado em fundo branco?

Transmite, algum segredo? 

Será, um gesto brando?

Haja harminia repartida,

de parte a parte, por igual:

Vivamos todos, a nossa vida,

sem agravos, em Portugal!


Não se sentindo bem, 

regresse, ao Senegal! ...

VATICÍNIO

 Estatuto do Combatente

e, Cartão de Identidade?

Pois que fique bem assente,

fui do caso, um defensor.

Feliz, por ver concretizar

uma ideia desejável.

Vale sempre a pena, tentar,

quando o resultado é palpável.


Tenho por aí, isso escrito.

Na certeza de que foi dito.

sábado, 7 de novembro de 2020

A FRASE

 Pandemia que conduz à morte,

Tratada assim, em desnorter?

SOMOS ASSIM ...

 Nós, os humildes Beirões,

temos grandes corações,

no peito bem dilatado.

Modestos, nas ambições,

criadores do "bem-haja",

em forma de agradecer,

é normal que se reaja,

ao seu trato de bem-fazer.

"Vinde", assim nós dizemos,

com a franca porta aberta.

E, do pouco que temos

Repartimos, como ofertta.


São assim os Beirões

Donos, dos tais corações ...

"TACHISTAS"

 O parecer não é só meu.

Há cargos governamentais

Que só  servem p'ra "encher pneu"!

Não servirão para mais.

A designação é pomposa

E, com gerência de Doutor,

Neste governo côr de rosa.

Quantos, os Gabinetes de favor?


Será o chamado tacho.

Inútil, tal como acho.

ASSUSTADOR

Hospitais superlotados,

Profissionais esgotados,

Dramas de vária valência,

Com incidência da pandemia,

Não se prevendo, acalmia.

Como resolver, excelência?


Não se vilslumbra ...

Continuamos na penumbra.

O QUE SE VÊ NA TV

"POBREZA EXTREMA"

A miséria, mora em Lisboa.

Numa cidade tão bela,

A realidade destoa,

Na pintura de uma tela.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

PEÇO FORÇAS

 Compensar a solidão

que me força, a pandemia,

através da meditação,

é  "combate" do dia-a-dia..

Deus, dá-me boa memória

e, assim Ele me ajude,

contarei a minha estória,

com pouco engenho mas virtude.

DEVAGAR, DEVAGARINHO ...

 Ainda não atingi o pleno

Mas estou mais sereno

Nesta situação da doença.

Cada um, sofrendo por si.

Mas, nem a todos sorri,

A certeza de boa crança.

Há custos e, vários são.

Alguns de grande dimensão.

As noites, eternas, sem fim ...

Os dias, lentos no passar

Sem um cómodo bem-estar,

São pesadelos para mim.

Vale-me, o saber pensar,

O que faço, neste vagar,

Do meu internamento.

Ousarei, dar à estampa,

O que me oprime ou espanta.

Neste "Diário do Momento"!


Ao tempo,

De ultrapassado momento.

MARCHA ATRÁS

 Anulada a proibição

Aos feirantes de levante.

O que era, um não,

Agora, já se garante.


Vai senda caricato, 

este repetido "retrato".

QUADRAS SOLTAS

 Vivemos um triste Entrudo

Onde só o Covid conta.

Pode-se morrer de tudo

Mas fica patente, a afronta.

A FRASE

 Por este tão mau andar,

O Covid, veio para ficar?

OUTONO

 Gosto, do ameno Outono

Temperado, de suave abono

deixado pelo Verão,

intermédio do senão

que virá, na invernia.

Com ela, a vida fria!

Mudança em todo o arvoredo

sem problemas nem segredo.

A mando da Mãe-Natureza,

apenas, a anual certeza.

Pinturas em matizado,

compõem um belo quadro.

O Outono, é dos Poetas.

Convida, de portas abertas,

à inspiração adormecida.

Faz parte integrante da vida

e nos crepúsculos multicores,

faz renascer, velhos amores ...


Gosto do Outono.

Daí, o meu assomo.



A NOSSA TÊVÊ

 Enfadonhos, repetitivos,

estes são dois dos motivos

porque a todos, critico.

Publicidade exagerada,

qualidade igualizada ...

E, por aqui me fico!


Diversifiquem.

Talvez melhor fiquem.

MAUS RECADOS

 Ambiguídade, dá gozo.

E, sendo assunto gravoso,

Não lhe encontro piada.

Pense nisso, excelência.

Já perdemos a paciência,

Quando a estória é mal contada.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

TRANSPORTES PÚBLICOS

 Espantosa afirmação:

"Não oferece perigo"

Qualquer deslocação.

Ouço, porém duvido.

Quando vejo, "à molhada",

A gente que se desloca.

Que diferença, à instalada

Noutros sítios, como se nota?


É um limpar as mãos,

Meus caros concidadãos.

POLICIAMENTO

 Pelo que ouço dizer,

Não podemos pretender

A eficácia de Singapura.

Mas devemos melhorar.

Polícia de giro, a rondar.

Pense nisso, criatura!


Aumente os quadros.

Tudo e todos, vigiados.


Neste país de distúrbios,

Também fora e, dentro,

E, até mesmo nos subúrbios.

Já não falando do centro

MADE IN PORTUGAL

 As lojas serão protegidas

"Com tábuas de madeira"

Palavras bem proferidas

Na TV., da pasmaceira!

COMO ?

 Suspensão de outros cuidados,

Foi a ordem do Ministério.

Deveriam ser condenados,

No parecer, deste  Silvério.l


Outras tantas más doenças,

Assim, sem boas avenças?

APRENDAM

 Sou doente de alto risco.

Idade bem avançada

E, neste mundo de Cristo,

Com situação delicada.

Inevitável. Infectado.

Recorri à Urgência.

Como militar reformado,

Hospital de referência,

O "meu", das Forças Armadas.

Internado vinte dias.

Zêlo e saber, declarado,

Suportando as agonias

E a alta,  de recuperado.

Deixo aqui, a sugestão:

Aprendam com os militares,

No resolver a questão.

Minimizem, os azares.


Com oxigénio e medicação,

Foi resolvida a infecção.

DETERMINAÇÃO BIZARRA

 Consultas suspensas,

Cirúrgias, não feitas ?

Cabeça que assim pensas,

Onde curar as maleitas?


Voltar aos tempos antigos?

Ir ao "barbeiro" da aldeia

Que, por métodos sabidos

Nos sangravam? Que ideia?!


Para tudo ficar louco,

Já só falta, bem pouco!

QUADRAS SOLTAS

 Até quando a lengalenga?

Diria, um Alentejano:

Tal está a moenga?!

Só paleio e, desengano! ...

EXIGEM. NÃO MERECEM

 Governo, põe Forças Armadas

Em Estado de Prontidão.

As exigências forçadas,

Sem pedido de perdão,

Pela forma desbragada

Como nos têm tratado.

Agora, de "mão-beijada"

Um favor, implementado?!

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

ANIVERSÁRIO

 ESQUEÇAMOS A DESGRAÇA

DO MAU MOMENTO QUE PASSA.

LOUVÊMOS O SOL QUE NOS AQUECE,

AS GRAÇAS VINDAS DE DEUS.

NOS DISTINGUIMOS DOS ATEUS,

GRATOS PELO BEM QUE SE MERECE.


MAS SOBRETUDO E, ACIMA,

DO QUANTO NOS ANIMA,

SABER QUE ESTÁS A MEU LADO

E, SENTIR-ME TÃO FELIZ! ...

PARABÉNS. O DESTINO ASSIM QUIS,

O TEU VIVER, PROLONGADO.


UM BEIJO DE MARIDO

CARINHOSO E RECONHECIDO.



terça-feira, 3 de novembro de 2020

GRANDES AMORES

 Tristão e Isolda,

Romeu e Julieta,

Pedro e Inês,

Um deles Portugês.

Outro que acrescento,

sabe-se lá dos porquês,

mas sem mistério:

Eugénia e Silvério!  

EVITEM O GESTO

Tanto gesto,

chega a ser indigesto.

Palradores sem glória,

valem-se do esbracejar

para nos tentar enganar.

Falta-lhes, a oratória!

DESESPÊRO

 Comércio e Feirantes

e, tantos Restaurantes,

que futuro os espera?

Negro e, castigador.

Então, qual o favor,

a quem tanto desespera?

S.O.S.

 O apoio das Forças Armadas,

Um pedido do Executivo.

Com as hostes alarmadas,

Aí, reside tal motivo.

As mesmas Forças Armadas,

Tratadas com vil desprezo ...

Agora, assim chamadas,

Como elemento de peso?


E, qual a compensação,

Após resolvida a situação?

CONTRARIEDADES

 Que coisa mais obsoleta!

Um bife, à "Nau Catrineta"?!

O que me deram como almoço.

Claro, ficou na travessa!

Nem por amor a promessa,

Eu o digeria. Não posso.


É tão mau estar doente.

E, quem cala, consente!

A FRASE

 Ã Virgem de Fátima peço ajuda

Ou, outra Santa que me acuda!



INCÓMODOS

 Só me sinto bem, deitado

Sentado, também menos mal

Estou triste, desalentado,

Não suporto, um vendaval.

Pobre árvore de fraca raíz.

Mas o meu Destino assim quis ...

CENAS REPETIDAS

 Há vacinas, não há vacinas

Mas que tristes as nossas sinas!

Sempre este mau Destino

Em repetição anual.

Se, num "Reino Animal"

A culpa seria do asinino!

RECADOS DA DGS

 É a onda é a curva ...

Tenham a vossa paciência!

Nesta situação, assim turva

Como viver, excelência?

Não exercendo a função

Do meu trabalho diário,

Como conseguirei o pão?

Esta, a "cruz do meu calvário"!


QUADRAS SOLTAS

 Revelo com facilidade

Os meus estados d'alma.

Não controlo a ansiedade

Passo a passo, perco a calma.

TANCOS

Não haverá outra memória

Como esta do Caso de Tancos.

É uma bizarra estória.

Implicados? Uns tantos.

Entre eles, um ex-ministro,

Apanhado nas trapalhadas,

Um "romance", nunca visto.

Trata de armas roubadas.

Contornos de negligência

Com desfechos caricatos.

No final da audiências, 

Teremos então, os relatos.


Está aberta a sessão.

Pedimos a vossa atenção.



segunda-feira, 2 de novembro de 2020

REALIDADE

 Entre defender a Saúde

e a nossa Economia,

que a tanto se alude,

vai aumentando, a pandemia.

Agora é assim,

depois será, assado

ou, frito, enfim ...

Mas pode ser guizado.


Só falta o cozido

para ficar tudo f ***

POLÍTICA

 Essa tal coisa

da política, instalada,

é prática, "avacalhada",

onde a mosca poisa.

Não vale nada!

Circo com palhaços,

vendedores da "banha",

mentirosos compulsivos

de "primeira apanha",

onde cada um se amanha.

Um bom exemplo, 

virá da América,

naquela figura ímpar,

híbrido mal parido

a espalhar risota

e, o povo, nele vota!

Ridículo, da cabeça aos pés

que a si próprio bate palmas,

enganado, pobres almas.


Por cá também os temos ...

Uns mais, outros menos.




QUADRAS SOLTAS

 Tenho a casa enfeitada.

Não se trata de milagre.

É que, casei com uma "fada".

Do seu gosto, faz alarde.

VER E CRER

Com o respeito que sinta

pelas vossas restrições,

ao ver os combóios de Sintra

perco todas as convicções.

NADA VALEMOS

 Nunca a morte foi tão banal.

Hoje, ser humano que morra,

Entra na escala do meio vegetal

Ou de outro ser que vos ocorra.

De irracional, por exemplo.

Já não se deve veneração

Nem se reza no templo.

Morreu? Também morre o cão!


É, simplesmente, brutal

Mas em certos casos, real!

PERGUNTO:

 Só o Covid vos preocupa?

E os outros? De quem a culpa?

Quem morreu sem assistência!

Pela Santa Paciência ...

A FRASE

 Viveremos num país a sério?

A pergunta, é do Silvério.

AGIR

 Deixem-se de "paninhos quentes".

São acções urgentes,

as que devem ser tomadas,

mesmo à nossa revelia.

A moleza do dia-a-dia,

só dará, "contas furadas"!

MODERAÇÃO

 Falem menos. Sintéticos

E, esclarecedores.

Não nos deixem cépticos

Com discursos de Doutores.

A ministra, sorridente

E o Primeiro, optimista?

Mas não convendem a gente.

Os motivos, estão à vista.


DIA DE LUTO

JUNTOS NA ETERNIDADE,

CEMITÉRIO DE ALVAIADE.

ALI REPOUSAM MEUS PAIS.

FORAM BONS EXEMPLOS VIVOS,

ENTES POR NÓS TÃO QUERIDOS

MAS QUE NÃO VEREMOS MAIS.


domingo, 1 de novembro de 2020

MAIS CONTENÇÕES

 Por Deus, clarifiquem.

Não nos compliquem

Ainda mais a nossa vida.

Proíbições com excepções?

Quantas, as confusões

Que geram, logo à partida?


O discurso não conveceu.

Era ,"escuro como breu"!

QUADRAS SOLTAS

 Menina do olhar triste

Porque é triste o teu olhar?

O amor não te assiste

Ou ninguém queres amar?

NÃO DÁ PARA ENTENDER

 Os cemitérios encerrados?

Sois tão exagerados!

É fácil controlar o acesso,

Até sem grande dispêndio.

Por estes trechos do compêndio,

Não alcançareis o sucesso.


É

FALAR DO IMPOSSÍVEL

 Na trílogia da vida,

o que nasce, vive e morre.

Ficará, a missão cumprida.

Uma ilação me ocorre;

Porquê, enterrar mortos?

Para lhes prestar veneração?

Mas se já estão depostos

Qual a lógica, a razão?

Este Mundo em confusão,

Tudo altera e complica.

Podserá ser uma questão

Aquela que aqui fica:

Pôr fim aos cemitérios.

Crematórios em quantidade.

Analisando os critérios,

Quem duvidará da verdade?

Cinzas, tal como os ossos,

Merecem o mesmo respeito.

Os conceitos serão nossos,

Servirão de igual efeito.

Me perdoe o Cristão

Mas o seu ente querido,

Reservado num gavetão,

Não terá, um bom sentido?

Em suposto lugar de culto,

Idealizado para o efeito?

Este pensamento, "adulto",

A muitos não dará jeito.

Mas

Viver à custa da morte,

Para mim, é um mau mote.





RECORDANDO ...

 No Dia de Todos os Santos

Se juntam os bons Beirões.

Esquecendo, dores e prantos,

Alegram os seus corações.


Convívio tão salutar,

Sinónimo da gente boa,

E, os de cá, a saudar,

Os que vêm de Lisboa ...


Foi assim, o ano passado.

Este ano, só recordado!



MODAS

 Menina das calças rasgadas

Porque à moda são devidas,

Com um "par de chapadas"

Lhe curava, tais medidas!

A FRASE

 Uma no cravo outra na ferradura,

assim vai governando, a dita criatura.

POBRE GENTE

 Deixaram-se adormecer

em suave monotonia.

Não lhes deu para pensar

nos perigos da pandemia.

Aí estão os resultados

Descontrolo decorrente

e nós, pobres coitados

sem a protecção decente.


Pobre país, pobre gente!

QUE LÁSTIMA

 Espectáculo deprimente,

é o caos instalado.

Como é que se consente,

um plano mal engendrado?

Tanta contenção forçada,

só conduz à demência.

A população, alarmada,

já perdeu a paciência.


E nas cabeças pensantes,

tudo como em Abrantes?!