quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O NOJO QUE SINTO

Imaginem, uma vacaria,
Desarrumada, decrépita,
Onde abunda a porcaria,
Em lama basta e fétida.

Nos tetos altos, as teias
Onde se passeiam aranhas,
Gordas, porcas e feias
Na espera, nas suas manhas ...

Qualquer semelhança ...
Quem avança?

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