Num Estado de Direito,
Estariam todos na prisão,
Por tanto o mal feito,
Sem direito a perdão.
Assim se pode compreender,
Porque nos tiram couro e cabelo.
E o dinheiro, a desaparecer,
Por incompetência e desmazelo.
O "buraco" é tão profundo...
Armazena, oitocentos milhões!
E não há justiça no Mundo
Que puna, tamanhos vilões?
Dizem sair, a seu pedido
Como se alguém vá acreditar.
E o "primeiro"como um vendido,
Deixa os "passarões"a voar.
Anda Justiça! Tira a venda!
Pela balança, pesa o crime.
Golpe da espada na contenda,
A quem tanto nos oprime!
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