Como pode haver Economia
Se o próprio Estado a cerceia?
Haja alguém com ousadia
E cairá na extensa teia,
Das dificuldades de monta.
Não só fiscais, burocráticas.
É como "bichinho de conta".
Enroladas, enigmáticas.
Abram as mentes tacanhas
Fechadas como couve troncha.
Libertem as atuais manhas,
Ganhando pérolas da concha.
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