sexta-feira, 6 de abril de 2012

FÁBULA DO COELHINHO EXIGENTE

Um coelhinho, algo descuidado,
Foi buscar lã e ficou tosquiado!
Imaginou, obter mundos e fundos;
Para tanto, estabeleceu metas,
Elaboradas por uns quantos patetas,
Outros láparos, dos seus mundos.
Vai daí, toca todos a inventar,
Onde e como se deve ir cobrar.
O tiro, saíu pela culatra!
Fecharam restaurantes pelo IVA;
Nas Scuts, nem se vê alma viva;
Não se exportam, pastéis de nata!
Combustíveis pela hora da morte,
Dos mais caros, a Sul e a Norte!
Bastaria cortar na gulodice,
Dos impostos que os encaressem!
Assim, os carros não se abastecem
Devido a tamanha idiotice!
A ambição que mata o Homem
Em devida conta, a tomem,
As cabeças falhas de visão.
Que raio de dirigentes temos?
Não veem o que todos nós vemos?
É simples parolice ou apenas negação?

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